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Coleção

DESEJOS ENTRELINHAS

AUTOR: Marcelo Aganetti Pessoa / PSICÓLOGO

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Coleção DESEJOS ENTRELINHAS   

DOI:  10.6084/m9.figshare.20464716

APRESENTAÇÃO

A COLEÇÃO Desejos entrelinhas: relatos na psicologia foi criada com o objetivo de levar ao Leitor informações sobre o comportamento humano de maneira mais prazerosa, em seis volumes. Os relatos são apresentados pelo olhar do Psicólogo Marcelo Aganetti Pessoa, advindos do seu labor na clínica, ou seja, fruto da escuta diária.

EXPEDIENTE

Editora e revisora gramatical / Patrícia Luíza Costa. Design e ilustração / Geraldir Eustáquio Bernardino. Editora responsável / Parimpar / Belo Horizonte/ Minas Gerais. Periodicidade / Mensal

Marcelo Aganetti Pessoa

Sobre Marcelo Aganetti Pessoa e a Psicologia Existencial

Fez graduação em Psicologia e especializou-se em Psicologia Clínica Existencial e Gestalt Terapia, dos eixos de conhecimento/ trabalho em psicologia, onde mais se identificou.

A psicoterapia existencial é uma forma de psicoterapia baseada no modelo da natureza humana e na experiência desenvolvida pela tradição existencial da filosofia europeia.

O existencialismo se concentra em conceitos universalmente aplicáveis à existência humana, incluindo morte, liberdade, responsabilidade e significado da vida. A psicoterapia existencial vê essas experiências como estágios naturais em um processo normal de desenvolvimento e amadurecimento do ser humano, não como depressão.

Os psicólogos existenciais trabalham não apenas para identificar e reduzir sintomas de doenças mentais. Tampouco atuam somente nos vícios, problemas de relacionamento e outros problemas psicológicos. O objetivo é abordar como uma pessoa define propósito de vida. Conduzir uma reflexão sobre seu próprio significado de uma vida bem aproveitada e bem vivida.

Problemas de saúde mental e comportamental que podem ser tratados com essa terapia são: depressão, ansiedade, dependências de substâncias, estresse pós-traumático, entre outras. Quando o indivíduo passa a perceber que é o principal responsável pela sua recuperação, a probabilidade de sucesso do processo terapêutico aumenta de forma significativa.

É o Outro que nos salva e que nos mata”. “O problema não é o que o Outro nos fala ou nos faz, mas aquilo que a gente faz com o que eles nos falaram ou nos fizeram”, já dizia Sartre.

Prezado leitor, sua avaliação é muito importante para nós e, por isso, pedimos que avalie o livro com sinceridade e respeito.

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