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Curtinhas vol.11 nº.2 (2022)
ISSN 2764-0280

 

1º de maio?!

 

É impossível não trazer à baila quando se fala de trabalho números estatísticos. Você sabia que há cinco anos foi criado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) um Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, com o objetivo de informar e subsidiar políticas públicas de prevenção de acidentes e doenças no trabalho? Pois é, e visitando as estatísticas apresentadas nesse sítio eletrônico, não dá para comemorar essa data fazendo festança, oba-oba e soltando foguetes.

Em Belo Horizonte, por exemplo, o maior índice de afastamento pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), até o ano de 2021, se deu por conta de questões que envolvem doenças como dorsalgia, lesões no ombro, transtornos afetivo bipolar, ansioso fóbico e depressão. Tá achando que esses dados são inventados, então visita o endereço e dá uma espiadinha:

https://smartlabbr.org/sst/localidade/3106200?dimensao=perfilCasosAfastamentos

Lá você encontrará informações úteis e importantes para o dia a dia. E vou dizer uma coisa, quanto às atividades econômicas que mais geram afastamento tem-se os funcionários públicos, de modo geral, a turma que labuta na construção civil, no transporte rodoviário, de carga e em menor escala, o grupo do comércio, em especial para quem trabalha nos hiper ou supermercados.

Vamos e convenhamos, o processo de afastamento do trabalhador por questões que envolvem doenças é penoso, porque quando o sujeito chega nesse patamar, ele já sofreu bastante, aquela dor silenciosa, aquele sentimento inexplicável de intolerância, e até de desrespeito por parte dos colegas. Além do quê, quando isso ocorre, para aqueles que têm uma remuneração melhor, a perda salarial é vertiginosa. O trabalhador tem que dar entrada ao auxílio afastamento e aí... espera... espera... espera... no mínimo 411 dias. Pensa que nesse angustiante período em stand by ele recebe algum tipo de ajuda de proventos? Nem pensar!!!

E se por ‘dá cá uma palha’ o trabalhador não inserir os dados corretos no site do MEU INSS, o sofrimento será maior, porque terá que amargar a espera do indeferimento para anexar as informações relacionadas ao cumprimento de exigência demandado pelo Instituto. Não adianta bater na porta do INSS... o sistema é online, e não é intuitivo!!! Tem onde reclamar??? Hum!!! Vejamos!!! Com quem??? Ouvidoria??? Será??? Dizem os sítios eletrônicos especializados em questões previdenciários, que o melhor é, como se diz, ‘ficar na moita’, porque se alguém tocar no seu processo antes da hora certa, ele voltará 'à estaca zero', para o início da fila... entende?

Por conta disso, o trabalhador ‘cozinha’ a doença. É uma estratégia silenciosa e perigosa, usada por muitos trabalhadores para não caírem na malha do afastamento maior que quinze dias. Para evitar isso clica aqui e descubra qual é o seu perfil comportamental. Entenda como você se relaciona com as pessoas. Saiba quais  são os gatilhos que sabotam a sua relação no trabalho, na escola, em casa, enfim, na sua vida.

Reflita e aja o quanto antes! Tá esperando o quê?!!!

 

Patiluc