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Curtinhas vol.8 nº.3 (2022)
ISSN 2764-0280

Sari e o segredo de Cimbaloá

Era uma vez uma sementinha chamada Sari que lutava por manter o seu planeta em harmonia e colhia suas energias lá na montanha do Címbalo. Em seu mundo havia uma Serra, denominada Serra de Crepom, que possuía uma das maiores biodiversidades do Planeta Íon, do Universo Taichíon, mas que tinham sofrido com o excesso de lixo que os visitantes ali deixavam. 

Outro problema enfrentado no planeta Íon era o abandono das tradições culturais, uma vez que os anciães tivessem perdido espaço para o corre-corre das sementes mais jovens. Sari sabe que a sua espécie só se perpetuará se resgatar a cultura e harmonizar a biosfera, então decide sair em busca de ajuda. 

Sari tinha a habilidade de evocar as energias Yang e Yin do Planeta Íon. Essas energias surgiam quando Sari, usava a Sempre Viva, flor sagrada de Cimbaloá. Com ela, Sari mantinha acesa a chama do laço cultural e antes de sair pedia benção a matriarca da comunidade. Tudo acontecia no ritual da fogueira sagrada. 

Em todos os cenários os elementos musicais sinalizavam pontos culturais, reforçando a ideia de que a arte e a cultura eram universais. O desafio de Sari era conquistar três tambores, amor, respeito e ética e ser coroada a Semã, para participar do ritual da Prosperidade, com o Grande Xamã, do Universo Taichíon.


Patiluc